quinta-feira, 24 de junho de 2010

Revista é ressuscitada em formato de aplicativo

Buenas!

Muito boa essa matéria do Blog do Tiago Dória!!
Sempre acompanhei o blog dele!!
Recomendo! ;)

Não é de hoje que os tablets, em especial o iPad, são vistos como uma forma de “reiniciar” o mercado de revistas, ao permitir que as atuais publicações cobrem por acesso a conteúdo, mas também ao possibilitar a entrada de novos players e a volta de antigas marcas ao mercado.

Exemplo – lembra da revista Gourmet que encerrou as operações em outubro do ano passado, gerando um ensaio fotográfico marcante sobre o fim da publicação?

A editora Condé Nast, responsável pela revista, resolveu ressuscitá-la, mas em formato de aplicativo (gratuito) para iPad (sem versão impressa), ainda a ser lançado neste ano.

Receitas, novas matérias e resenhas, ensaios fotográficos. Tudo estará presente no aplicativo.

Em entrevista ao NYTimes, Chuck Townsend, diretor geral da Condé Nast, disse que o aplicativo não será equivalente à versão impressa e nem ao site da revista, que também encerrou as suas operações em outubro. Será algo novo. Pergunto – será a revista como software então?

O caso lembra o da revista de fotografia LIFE, que saiu de circulação em 2000. Mas voltou em 2009, somente com a versão digital (site), sem a edição impressa, em uma dinâmica que lembra mais um banco de imagens e em parceria com o site de fotos Getty Images.

Veja no link abaixo o vídeo mostrando o aplicativo da revista:

http://www.youtube.com/watch?v=67PZjbDnBCI&feature=player_embedded

O link da matéria --> aqui!

@beijos


quarta-feira, 23 de junho de 2010

Manual de ID Visual.

Salve-salve!!

Pra quem gosta de criação, estava procurando um Manual de ID visual na Internet, pois vou fazer para a empresa que trabalho.
Achei um ótimo!
Do Governo Federal tb, ne!! hahaha

Vale a pena o clique!


Enjoy!

Bejones!

terça-feira, 22 de junho de 2010

=D

vim hj só postar a foto do meu Calopsita mais lindo do mundo!!
o nome dele é Carlito! rsrs
=)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

A História De Lili Braun

A História De Lili Braun - Maria Gadu.

Como num romance
O homem dos meus sonhos
Me apareceu dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse x
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz

E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão
Foi desde então ficando flou

Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguindo toda
Ao som do blues
Abusou do scoth
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris

E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Numa turnê
Como amar esposa
Disse que agora
Só me amava como esposa
Não como star
Me amassou as rosas
Me queimou as fotos
Me beijou no altar
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz

adoro! escuta que é mto boa a música!


@bju

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Catarina e o Amor (atrasado do Dia dos Namorados)

Opa, opa! Boa tarde! =)

Achei muito bacana esse texto sobre a pobre Catarina de 4 anos e JÁ desiludida com o amor.
Amor não correspondido é uma "situação" bem chata.
Graças a Deus, eu amo quem me ama! =DD
heheh

É um texto da TPM (Revista TPM)
Segue abaixo.



Esta é uma história real. Catarina é filha de uma amiga nossa e tinha 4 ou 5 anos quando se apaixonou pela primeira vez. O escolhido foi um coleguinha do clube, e ela passou a querer se vestir melhor para as aulas de natação, desfilando todo o seu charme quando o garotinho, três anos mais velho, estava por perto. Um dia, Catarina quis levar para seu eleito um presente, e escolheu aquilo que para ela era a prova inegável de amor: um Danoninho. Saiu sorridente, levando nas mãos a apetitosa declaração para o amado. O menino, ainda pouco ciente das sutilezas da sedução e pensando mais com o estômago do que com o coração, recusou o presente sem meias palavras: “Não quero”.

Desiludida e em prantos, Catarina voltou para perto da mãe com o veredicto sobre o ocorrido, que comunicou entre soluços:

– Mamãe, ele não sabe que quer o meu Danoninho!

A história de Catarina nos disse muito sobre o amor.

A mãe dela nos contou isso em uma mesa de bar, sorrindo e sentenciando pras amigas: “Coitada, tão nova e já tão iludida”.

Mas quantas vezes a gente não faz exatamente o mesmo que essa garotinha, preferindo acreditar que o outro não sabe ainda que quer o nosso Danoninho, o nosso telefonema, a nossa companhia, o nosso amor?

Ah, Catarina. Ah, Catarinas todas, essas almas apaixonadas transbordando de vontade de trocar. Às vezes correspondidas, às vezes não. Continuem tentando.

E um feliz Dia dos Namorados para quem encontrou quem queira receber o amor que você tem para dar.

Legal, né?! ;)
Link da matéria aqui!!

E recomendo, o site da TPM é bem legal!!

beijos

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Reputação Online.

Sempre pensei como certas pessoas conseguem manter uma certa reputação no mundo virtual.
As pessoas 'vivem' praticamente para internet.
É loucura.
Eu, como uma bela estudante de Publicidade, quero trabalhar (ja trabalho, graças a Deus) com Mkt Digital, mas quero ter vida social, ok!
oO

Achei esse texto do Blog Mídia8 bem legal!

As redes sociais - e o conceito mais amplo de privacidade online - têm sido alvo de intenso debate nas últimas semanas.

A
voracidade de indexação da Google sobre tudo que há na internet e as regras de privacidade do Facebook – a maior rede social e o site número um em visitas (de acordo com a Google) - têm feito muitos usuários pensarem duas vezes sobre as informações pessoais que publicam na internet.

No entanto, sua reputação online pode estar sendo usada de modos que você desconhece, e isso pode sair caro.

Não é que todos devam necessariamente se preocupar. Mas é aconselhável prestar atenção nas pessoas com as quais nos conectamos online, e o que elas dizem. Não, o Big Brother não está olhando, mas potenciais empregadores, bancos e financeiras estão.

Cada vez mais sua reputação online se torna um fator decisivo na hora de conseguir um emprego ou aprovar um financiamento. Empresas também deixam rastros digitais: a reputação online das pessoas jurídicas pode influenciar acordos com distribuidores ou parceiros, ou afetar até a saúde financeira do negócio.

Perfil consolidado

Empresas e financeiras têm utilizado serviços como os da Rapleaf, uma empresa de San Francisco (EUA) com foco em monitoração de mídia social. A Rapleaf varre a web para compilar suas atualizações de status, tweets do Twitter, organizações online às quais se filiou, sites aos quais está ligado e os comentários que você publicou, e converte tudo isso em um perfil único que ela chama de gráfico social.

O gráfico social revela padrões de comportamento relacionado ao que você gosta ou não, o que você quer ou não, etc. A Rapleaf apresenta o serviço como ferramenta de marketing – permitindo às empresas investir seus esforços de marketing de forma mais inteligente e com mais precisão que o uso de recortes demográficos com base em idade, gênero ou localização.

À primeira vista, isso soa como um uso legítimo de suas pegadas digitais. No entanto, alguns empregadores ou financeiras têm usado essa informação obtida com os serviços da Rapleaf para propósitos mais invasivos.

Usando o gráfico social da Rapleaf, ou qualquer outra combinação de dados da vida online de um indivíduo, as empresas podem cavar fundo em suas redes sociais e ver com quem você está conectado.

Um banco que avalia sua proposta de cartão de crédito pode vasculhar as redes sociais e identificar outros usuários conectados a você que já são clientes do banco. O banco pode então analisar o histórico de pagamento e de crédito desses clientes, e tirar conclusões sobre você. Uma conclusão é que, se sua rede social está cheia de pessoas que tiveram créditos rejeitados, você provavelmente também representará um risco de crédito ruim.

Quem você conhece online, e o que você não sabe sobre sua reputação online, poderá impedi-lo de ser contratado ou de conseguir um cartão de crédito. Pior, uma investigação online imprecisa ou uma identidade roubada poderia levar à rejeição, e você poderá nem mesmo entender o porquê.

Engano desastroso

Um amigo – vamos chamá-lo Greg – foi contratado por uma empresa e, para aceitar o emprego, mudou-se com sua família para o outro lado do país. A empresa conduziu uma verificação de antecedentes de Greg antes de contratá-lo, mas depois disparou uma investigação mais profunda um mês depois que Greg começou a trabalhar.

Um dia, Greg foi chamado por seu gerente e foi avisado que seus serviços não seriam mais necessários. Pediram-lhe para esvaziar suas gavetas e o acompanharam até a rua sem mais explicações. Sua família nem mesmo tinha acabado de desempacotar as caixas da mudança, e Greg se viu em situação de desemprego.

Felizmente, depois de alguma pressão, Greg descobriu que sua empresa o tinha demitido porque a segunda verificação de antecedentes tinha descoberto uma ficha criminal e diversos mandados judiciais que a companhia desconhecia. É claro, Greg também não sabia dessa ficha criminal porque a empresa tinha descoberto informações sobre o Greg errado.

A empresa deixou o ônus da prova para Greg, que teve de encontrar provas de que não era “aquele” Greg. Foi o que ele fez e, depois de algum tempo, teve o emprego de volta. Outros, no entanto, podem não ter a mesma sorte.

Quando você não consegue trabalho, tem um empréstimo recusado, ou cancelam seu cartão de crédito, talvez nunca saiba se foi por causa de algo que você fez, o resultado das pessoas com as quais você decidiu se associar online, ou uma confusão de identidade.

A Rapleaf oferece um serviço para que qualquer um descubra seus rastros digitais e obtenha uma visualização do que outros podem ver em seu gráfico social. A Google oferece uma ferramenta semelhante – o Google Privacy Dashboard – que apresenta um panorama das contas e das informações que você está compartilha por meio da Google.

Tire proveito de ferramentas como essa para monitorar sua própria reputação online e mantenha sua persona online limpa. Lembre-se: o que você não sabe pode prejudicá-lo.

Blog Mídia8 --> aqui!
=)

Bjs.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Mídias Digitais: Prosumer e NGener.

Vou começar o Blog com um tema de Mídias Digitais, matéria da faculdade.

Prosumer e NGener.

Esses 2 'nomes' são um pouco parecidos, falam da juventude que mergulhou de cabeça na internet, no mundo da tecnologia, do 2.o.

Prosumer são os consumidores que "colocam a boca no trombone", que expressam suas opiniões, contra ou a favor de um determinado produto ou serviço, que tem grande poder de influência no consumo. Eles estão sempre procurando uma nova utilidade para tal produto e fazendo com que as indústrias procurem também.
Em muitos casos, os Prosumers ajudam as empresas, as grandes marcas, à criarem novos produtos ou aperfeiçoarem produtos antigos.
Eles usam bastante a Web para expressar suas opiniões, em geral usam blogs, mídias sociais.

Um bom exemplo da atuação dos Prosumer é o site da Carrefour ( www.euusoacuca.com.br ).
O site deixa o consumidor participar do conteúdo, são postadas idéias para melhorar o atendimento, para facilitar o consumidor na hora das compras no Carrefour.
Eles podem deixar sugestões, críticas, ajudando a rede de supermercados a melhorar.

E os NGener são jovens que mergulharam na tecnologia entre seus 2 e 22 anos.
Eles lutam pelos seus direitos, e querem ser tratados como "gente grande" na hora de discutir gostos e preferências.

Alguns exemplos de marcas de valor para os NGeners, separadas por faixa etária:
Idade 10 / 14 - Barbie, Cartoon Network.
Idade 15 / 18 - Mensseger, Orkut.
Idade 19 / 25 - Twitter, Dell.

Abs,

Thaís.